Gestão de Ativos de Software SAM: Por que devo investir?

gestão de ativos de software
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Se você ou sua empresa usam software como ferramenta de trabalho ou para transformação digital, é muito importante garantir que os contratos de software possuam uma gestão eficiente e para isso apresentamos a Gestão de Ativos de Software SAM. Isso é o que mostra o artigo da CIO.com sobre melhores práticas de governança de TI.

Além disso, um método que tem sido adotado por muitas empresas é a gestão de ativos de software, que é uma metodologia com base na ISO 19770-2017 que traz vantagens para uma empresa como um todo, além de melhorar a performance dos ativos e reduzir custos das licenças de software. Você sabe por que sua empresa deve investir em uma gestão de ativos de software? Confira aqui as vantagens dessa opção!

O que é Gestão de Ativos de Softwares SAM?

A Gestão de Ativos de Softwares SAM, do inglês Software Asset Management, é uma prática de negócios que envolve todo o ciclo de vida do ativo de TI, como gerenciar e otimizar a compra, implantação, manutenção, utilização e aposentadoria (vida útil) de software dentro de uma organização.

De acordo com a  Information Technology Infrastructure Library  (ITIL), o SAM é definido como “… toda a infra-estrutura e processos necessários para a gestão, controle e proteção eficazes dos ativos de software… ao longo de todas as etapas de seu ciclo de vida.

Fundamentalmente destinado a fazer parte da estratégia de negócios de tecnologia da informação de uma organização, os objetivos do SAM são reduzir os custos de tecnologia da informação (TI) e limitar os riscos comerciais e legais relacionados à propriedade e uso de software, ao mesmo tempo em que maximiza a capacidade de resposta de TI, a produtividade do usuário final e a reduzir os custos.

O SAM é particularmente importante para as grandes corporações no que diz respeito à redistribuição de licenças e à gestão de riscos legais associados à propriedade e expiração de software. Os processos e tecnologias SAM acompanham o vencimento da licença, permitindo assim que a empresa funcione de forma ética e dentro das normas de conformidade de software.

Isso pode ser importante tanto para eliminar custos legais associados a violações de contratos de licença quanto como parte da estratégia de gestão de reputação de uma empresa. Ambas são formas importantes de gestão de riscos e são fundamentais para as estratégias de negócios de longo prazo das grandes corporações.

O SAM é uma faceta de uma disciplina de negócios mais ampla conhecida como gerenciamento de ativos de TI, que inclui supervisionar tanto software quanto ativos de hardware que compõem computadores e redes corporativas de uma organização.

No Brasil e Mundo existem algumas comunidades entusiastas deste assunto, como por exemplo SAM Brasil e ITAM Review com informações importantes e materiais gratuitos.

Como ela funciona?

Para que essa gestão consiga funcionar de maneira correta, existem algumas etapas e boas práticas que devem ser seguidas, são elas:

  1. Planejamento, na qual ocorrem a coleta de informações e a definição do cronograma;
  2. Coleta de dados e do inventário dos ativos de software da infraestrutura de TI para que possa haver um mapeamento de como esses dados se relacionam com as estratégias da sua empresa;
  3. Análise de dados, em que tudo que foi coletado é avaliado para que seja possível encontrar uma maneira de otimizar os processos.
  4. Apresentação final, em que os resultados obtidos são apresentados através de documentos e recomendações futuras, bem como um plano de ação.

Quais são as vantagens de uma Gestão de Ativos de Softwares?

Além da otimização, esta metodologia traz vantagens diretas que podem ser percebidas na sua empresa. Vantagens como, por exemplo:

Redução de custos e riscos: a gestão elimina ou reloca licenças que podem estar sendo subutilizadas e evita o pagamento de multas ou indenizações por qualquer descumprimento de contrato, fazendo com que a empresa siga os processos padronizados de maneira correta e fazendo o controle de custos.

Mais segurança: com a organização das licenças e software, eliminando aplicações sem suporte no ambiente de TI, a chance de ter algum risco ou vulnerabilidade a invasões e vírus através de softwares piratas deixa de existir, além de que uma boa gestão possibilita que a empresa consiga se recuperar de maneira rápida de casos de perda de dados e outros prejuízos.

Mais tempo e produtividade: Como os materiais de referência e suporte organizados, fáceis de serem acessados, os usuários podem errar menos e ganhar mais tempo, o que faz com que a produtividade aumente e com que as decisões estratégicas possam ser tomadas de maneira confiável. Assim, a empresa se destaca mais e consegue vantagem competitiva sobre seus concorrentes, seguindo uma boa governança corporativa.

Portanto, uma Gestão de Ativos de Softwares é uma ótima maneira de manter os sistemas da sua empresa seguros e organizados de maneira produtiva e eficiente, fazendo com que todas as áreas sejam afetadas positivamente com oportunidades de negócio e com que a empresa obtenha destaque no mercado.

SAM, HAM ou ITAM: entenda os termos

Falaremos agora sobre três siglas que aparecerão constantemente nas suas pesquisas referentes à gestão de ativos: SAM, HAM e ITAM. É primordial que haja familiaridade a respeito dessas expressões e que elas não saiam do seu radar.

Software Asset Management (SAM), ou gerenciamento de ativos de software, talvez seja o mais popular dos termos. Trata-se do processo empregado para tomar decisões de aquisição e/ou renovação de contratos de software.

Hardware Asset Management (HAM), por sua vez, é a terminologia pertinente aos recursos materiais ou físico do parque de Tecnologia da informação. Considerando que os componentes de hardware ocupam um espaço físico nas empresas, o monitoramento do seu ciclo de vida se torna cada vez mais importante.

IT Asset Management (ITAM), finalmente, consiste na prática de gestão integrada de todos os ativos tecnológicos pertencentes à organização. Tanto SAM quando HAM fazem parte do ITAM, compondo uma perspectiva ampla sobre o desempenho das redes corporativas. Um programa ideal deve contemplar ambos os aspectos para se chegar à uma boa governança corporativa.

Boas práticas na gestão de ativos

Atingir um nível adequado de maturidade no processo de gestão de ativos pode levar tempo. O inventário de TI, certamente, é um estágio inicial da prática. No entanto, a aplicação de algumas boas práticas ajudam para que a técnica seja agregada à cultura organizacional. Veja alguns itens capazes de guiá-lo na implantação de uma cultura de Software Asset Management:

  • ITIL: Information Technology Infrastructure Library (ITIL) é um framework para ser aplicado no gerenciamento de infraestrutura, operação e serviços de TI. Esta biblioteca de boas práticas engloba o conhecimento acumulado por empresas ao redor do mundo.
  • ISO 20000: A primeira norma mundial que discorre sobre os requisitos e melhores práticas para Gestão de Qualidade de Serviços de TI.
  • ISO 27001 e 27002: Ambas as normas abordam orientações para um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI). Indicam a importância de estruturar e manter um inventário de ativos nas organizações.
  • ISO 19770: A família de normas 19770 apresenta uma série de estruturas e padrões a serem seguidos para implementar e comprovar um processo de Gestão de Ativos de TI.
  • ISO 55000: Norma internacional que oferece uma visão panorâmica sobre com terminologias, requisitos e indicações para o Gerenciamento de Ativos de TI.

Se você gostou desse tipo de conteúdo e quer saber mais sobre gestão de custos software, governança de TI e como otimizar os processos dentro do seu negócio, confira outros posts em nosso site!

Temos várias dicas e informações que podem ser úteis para você e, no caso de dúvidas, entre em contato conosco. Nossa equipe qualificada está pronta para responder todas as suas perguntas!

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