O mercado brasileiro de Tecnologia da Informação movimentou US$ 67,8 bilhões em 2025, crescimento de 18,5% sobre o ano anterior, acima da expansão mundial de 14,1%. O Brasil permaneceu na 10ª posição global em investimentos de TI, enquanto o mercado nacional de software alcançou US$ 21,7 bilhões. O Estudo Mercado Brasileiro de Software 2026, da ABES e IDC, também coloca inteligência artificial, IA generativa e agentes de IA no centro das prioridades empresariais para 2026.
O Estudo Mercado Brasileiro de Software é publicado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), em parceria com a IDC. A edição de 2026 consolida os resultados de 2025 e apresenta perspectivas sobre software, serviços, infraestrutura, cloud, segurança, automação e inteligência artificial no Brasil.
O que mudou entre os estudos de 2025 e 2026?
A comparação entre as duas edições mostra um mercado em expansão e uma mudança clara de prioridade. No estudo de 2025, a inteligência artificial aparecia principalmente como uma tendência de crescimento. Na edição de 2026, IA generativa e agentes de IA já são tratados como componentes concretos da estratégia, dos investimentos e dos processos de negócio.
| Indicador | Estudo de 2025 | Estudo de 2026 |
|---|---|---|
| Ano dos dados consolidados | 2024 | 2025 |
| Mercado total de TI no Brasil | US$ 58,6 bilhões | US$ 67,8 bilhões |
| Ranking mundial de TI | 10ª posição | 10ª posição |
| Software e serviços | Aproximadamente US$ 30,8 bilhões | US$ 35,4 bilhões |
| Ranking mundial de software e serviços | 11ª posição | 10ª posição |
| Participação na América Latina | 34,7% | 38,4% |
| Agenda tecnológica predominante | Cloud, segurança, infraestrutura e adoção inicial de IA | IA generativa, agentes de IA, automação, segurança e cloud |
Os valores das duas edições refletem as bases e as séries utilizadas pela IDC em cada publicação. Por isso, a comparação deve ser interpretada como uma evolução de mercado e não como um cálculo isolado entre números produzidos em versões metodológicas diferentes.
Qual é o tamanho do mercado de TI no Brasil em 2025?
O mercado brasileiro de TI, considerando hardware, software e serviços, alcançou US$ 67,8 bilhões em 2025. O crescimento de 18,5% foi superior à média mundial de 14,1%, mantendo o Brasil entre os dez maiores mercados globais.
| Segmento | 2024 | 2025 | Crescimento | Participação em 2025 |
|---|---|---|---|---|
| Hardware | US$ 26,9 bilhões | US$ 32,5 bilhões | 20,6% | 47,9% |
| Software | US$ 17,9 bilhões | US$ 21,7 bilhões | 21,4% | 32,1% |
| Serviços de TI | US$ 12,4 bilhões | US$ 13,6 bilhões | 9,7% | 20,0% |
| Total | US$ 57,2 bilhões | US$ 67,8 bilhões | 18,5% | 100% |
Software foi o segmento com maior crescimento percentual, avançando 21,4%. O resultado reforça a expansão de soluções corporativas, cloud, inteligência artificial, segurança, analytics, aplicações de negócio e automação.
O mercado brasileiro de software e serviços
O mercado mundial de software e serviços alcançou US$ 2,242 trilhões em 2025. O Brasil movimentou aproximadamente US$ 35 bilhões e subiu para a 10ª posição global, com participação próxima de 1,5%.
| Posição | País | Mercado em 2025 | Participação mundial |
|---|---|---|---|
| 1ª | Estados Unidos | US$ 1,082 trilhão | 48,3% |
| 2ª | Reino Unido | US$ 121 bilhões | 5,4% |
| 3ª | Alemanha | US$ 113 bilhões | 5,1% |
| 4ª | China | US$ 113 bilhões | 5,0% |
| 5ª | Japão | US$ 91 bilhões | 4,1% |
| 10ª | Brasil | US$ 35 bilhões | 1,5% |
No mercado comprador brasileiro, software e serviços somaram US$ 35,4 bilhões, com crescimento de 16,7%. Os setores financeiro, serviços e telecomunicações e indústria concentraram a maior parte dos investimentos.
| Setor | Investimentos | Participação | Crescimento |
|---|---|---|---|
| Financeiro | US$ 8,99 bilhões | 25,4% | 16,2% |
| Serviços e telecomunicações | US$ 8,61 bilhões | 24,3% | 17,9% |
| Indústria | US$ 6,92 bilhões | 19,5% | 20,3% |
| Varejo | US$ 3,53 bilhões | 10,0% | 8,1% |
| Setor público | US$ 2,44 bilhões | 6,9% | 20,2% |
| Óleo e gás | US$ 1,34 bilhão | 3,8% | 18,8% |
| Agronegócio | US$ 670 milhões | 1,9% | 18,8% |
Brasil amplia sua liderança na América Latina
Os investimentos em TI na América Latina totalizaram US$ 176,6 bilhões em 2025. O Brasil respondeu por US$ 67,8 bilhões, equivalentes a 38,4% do mercado regional.
| País | Investimentos em TI | Participação regional |
|---|---|---|
| Brasil | US$ 67,8 bilhões | 38,4% |
| México | US$ 42,8 bilhões | 24,2% |
| Colômbia | US$ 13,7 bilhões | 7,8% |
| Argentina | US$ 11,0 bilhões | 6,2% |
| Chile | US$ 10,3 bilhões | 5,8% |
| Peru | US$ 7,6 bilhões | 4,3% |
Além da liderança regional, o Brasil respondeu por aproximadamente 1,6% dos investimentos mundiais em TI em 2025.
Como os investimentos estão distribuídos no Brasil?
A região Sudeste concentrou 62,37% dos investimentos brasileiros em TI em 2025. Apesar da concentração, o estudo aponta uma dispersão gradual dos investimentos para outras regiões do país.
| Região | Participação nos investimentos de TI em 2025 |
|---|---|
| Sudeste | 62,37% |
| Sul | 15,86% |
| Centro-Oeste | 10,96% |
| Nordeste | 7,70% |
| Norte | 3,12% |
Estados com maior investimento em software no estudo de 2025
A edição anterior apresentou a distribuição estadual dos investimentos em software referentes a 2024. Os dez principais estados e o Distrito Federal foram:
- São Paulo: US$ 7.170,09 milhões.
- Rio Grande do Sul: US$ 1.693,27 milhões.
- Distrito Federal: US$ 1.516,02 milhões.
- Rio de Janeiro: US$ 1.309,72 milhões.
- Paraná: US$ 1.163,50 milhões.
- Minas Gerais: US$ 1.137,60 milhões.
- Santa Catarina: US$ 656,61 milhões.
- Goiás: US$ 396,02 milhões.
- Ceará: US$ 378,46 milhões.
- Bahia: US$ 375,60 milhões.
Inteligência artificial se torna eixo central do mercado em 2026
O principal avanço da edição de 2026 está no espaço dedicado à inteligência artificial. O estudo projeta que os investimentos brasileiros em software e serviços de IA alcancem US$ 1,9 bilhão em 2026, com crescimento anual de 36,1%. Projetos de IA generativa devem responder por uma parcela relevante dessa expansão.
| Categoria de investimento em 2026 | Valor projetado | Crescimento anual |
|---|---|---|
| IA e IA generativa | US$ 1,9 bilhão | 36,1% |
| Public cloud — IaaS | US$ 3,4 bilhões | 20,5% |
| Segurança | US$ 2,3 bilhões | 19,2% |
| Aplicações de negócio | US$ 7,9 bilhões | 20,2% |
| Redes | US$ 2,0 bilhões | 20,9% |
| Serviços de TI | US$ 13,5 bilhões | 9,8% |
A velocidade de crescimento da IA supera as demais categorias analisadas. Isso indica que o mercado está saindo de uma etapa predominantemente experimental para uma fase de incorporação da IA em aplicações, processos e modelos operacionais.
Do estudo de 2025 à execução em 2026
| Tema | Visão predominante no estudo de 2025 | Visão predominante no estudo de 2026 |
|---|---|---|
| Inteligência artificial | Adoção inicial e crescimento dos investimentos | Aplicação prática, IA generativa e agentes de IA |
| Automação | Tendência tecnológica e operacional | Principal iniciativa de negócio para 41% das empresas |
| Dados | Base para analytics e transformação digital | Dados confiáveis são considerados um acelerador crítico |
| Cloud | Expansão de ambientes híbridos | Pilar da infraestrutura necessária para IA e modernização |
| Segurança | Crescimento da demanda e dos investimentos | Elemento necessário para escalar IA e serviços digitais |
| Governança | Associada principalmente a compliance e controle | Pré-requisito para IA, dados, automação e agentes digitais |
IA generativa e agentes de IA avançam nas empresas
Entre os temas estratégicos avaliados para 2026, IA generativa e agentes de IA foram citados por 53% dos participantes. Segurança de TI e segurança em nuvem apareceram com 41%, inteligência artificial e machine learning com 35% e infraestrutura como serviço com 24%.
| Tema estratégico para 2026 | Percentual |
|---|---|
| IA generativa e agentes de IA | 53% |
| Segurança de TI e segurança em nuvem | 41% |
| Inteligência artificial e machine learning | 35% |
| Infraestrutura como serviço | 24% |
| Big Data, analytics e business intelligence | 24% |
| Experiência do cliente | 19% |
| Modernização de ERP | 19% |
| Automação de processos e RPA | 16% |
| Governança e privacidade de dados | 15% |
| Managed Services e ITSM | 13% |
O avanço dos agentes de IA também aparece nos investimentos corporativos. Segundo o estudo, 40% das empresas já investem nessa tecnologia, enquanto 33% ainda não investiram, mas possuem planos para os próximos 12 meses. Outros 28% ainda não possuem planos definidos.
A adoção de IA avança mais rápido que a governança
Embora a inteligência artificial esteja no centro da estratégia, os indicadores de maturidade mostram uma diferença entre intenção e capacidade de execução. Enquanto 57% das empresas possuem objetivos de negócio e casos de uso claros, apenas 38% apresentam governança e diretrizes éticas maduras.
| Dimensão organizacional para adoção de IA | Percentual de maturidade |
|---|---|
| Objetivos de negócio e casos de uso claros | 57% |
| Cultura organizacional e gestão da mudança | 40% |
| Governança e diretrizes éticas | 38% |
| Estruturas de colaboração entre humanos e IA | 35% |
| Segurança resiliente e conformidade | 34% |
O cenário indica que selecionar uma ferramenta de IA não é suficiente. Para gerar valor em escala, as organizações precisam conectar objetivos de negócio, qualidade de dados, segurança, arquitetura, gestão da mudança, controles e métricas de desempenho.
Dados confiáveis e apoio executivo aceleram a digitalização
O estudo identifica três fatores com o mesmo nível de relevância para acelerar a digitalização: dados consistentes e confiáveis, parceiros tecnológicos estratégicos e apoio da alta direção, todos citados por 46% das empresas.
| Acelerador da digitalização | Percentual |
|---|---|
| Dados consistentes e confiáveis | 46% |
| Parceiros tecnológicos estratégicos | 46% |
| Apoio da diretoria | 46% |
| Arquiteturas abertas | 43% |
| Gestão da mudança | 39% |
| Talentos qualificados | 32% |
| Orçamento dedicado | 25% |
| Cultura digital-first | 9% |
Para projetos de IA, esse resultado reforça que a qualidade das informações e a capacidade de integrá-las aos processos são tão relevantes quanto o modelo utilizado. Sem dados confiáveis e ownership definido, a IA pode ampliar inconsistências, produzir respostas imprecisas e dificultar a rastreabilidade das decisões.
Automação lidera as iniciativas de negócio em 2026
Automação de processos foi apontada como a iniciativa de negócio que mais deve direcionar investimentos em TI no Brasil em 2026, citada por 41% das organizações. Aumento de produtividade e geração de receitas com serviços digitais aparecem com 35% cada.
| Iniciativa de negócio | Percentual |
|---|---|
| Automação de processos | 41% |
| Aumento de produtividade | 35% |
| Receita de serviços digitais | 35% |
| Criação ou melhoria de produtos | 28% |
| Privacidade de dados | 27% |
| Integração da experiência física e digital | 22% |
| Aquisição e retenção de clientes | 21% |
| ESG | 20% |
Os resultados mostram que a tecnologia está sendo avaliada não apenas por sua capacidade de reduzir custos, mas também por seu potencial para ampliar receitas, melhorar produtos e criar novos serviços digitais.
Cloud e ambientes híbridos continuam como padrão
Os ambientes híbridos permanecem como padrão no Brasil. Entre 2024 e 2026, a participação prevista de public cloud no orçamento de TI aumenta, enquanto a parcela associada à infraestrutura tradicional diminui.
| Modelo de infraestrutura | 2024 | 2026 |
|---|---|---|
| TI tradicional, interna ou terceirizada | 45,5% | 38,9% |
| Private cloud, interna ou terceirizada | 28,8% | 26,5% |
| Public cloud | 25,7% | 34,6% |
A expansão de public cloud está relacionada à necessidade de escalar aplicações, dados, analytics e cargas de trabalho de inteligência artificial. Ao mesmo tempo, ambientes privados e infraestrutura tradicional continuam relevantes para requisitos de segurança, soberania, integração e desempenho.
O que o estudo de 2025 já antecipava?
A edição de 2025 já indicava movimentos que permaneceram relevantes no estudo seguinte:
- Ambientes híbridos: cloud e data centers avançariam como modelo predominante.
- Infraestrutura para IA: a expansão da inteligência artificial exigiria maior capacidade computacional.
- Segurança digital: ambientes distribuídos ampliariam a necessidade de proteção e controle.
- Redes de data centers: o tráfego associado a GPUs e IA generativa aumentaria a demanda por redes de maior capacidade.
- Agentes de IA: empresas começariam a avaliar agentes para produtividade, atendimento e automação.
- ERP em cloud: aplicações corporativas avançariam para modelos SaaS e recursos de IA.
- Telecomunicações: 5G, APIs e serviços digitais criariam novas possibilidades de monetização.
- Satélites de baixa órbita: conectividade remota e IoT ganhariam novos casos de uso.
- Computadores com IA: notebooks com processamento local de IA ampliariam sua participação.
- Smartphones inteligentes: recursos de IA embarcada avançariam nos dispositivos móveis.
O relatório de 2026 confirma várias dessas tendências, mas acrescenta uma mudança importante: a discussão deixou de se concentrar apenas na adoção de tecnologias e passou a incluir execução, governança, integração e geração de resultados.
O que esses dados representam para CIOs e líderes de tecnologia?
Os resultados indicam cinco prioridades para a gestão de tecnologia em 2026:
- Relacionar IA a objetivos de negócio: cada iniciativa deve possuir caso de uso, responsável, indicador e critério de sucesso.
- Fortalecer dados e arquitetura: aplicações de IA dependem de informações confiáveis, integrações controladas e modelos de dados consistentes.
- Governar agentes de IA: autonomia precisa ser acompanhada por políticas, controles de acesso, rastreabilidade e supervisão humana.
- Integrar cloud, segurança e operações: a expansão tecnológica exige visibilidade sobre infraestrutura, serviços, ativos, custos e riscos.
- Medir valor continuamente: produtividade, redução de tempo, qualidade, receita e risco devem ser acompanhados durante toda a evolução da solução.
Qual é a relação com ServiceNow, ITAM e CMDB?
O crescimento de software, cloud, automação e inteligência artificial amplia a complexidade operacional das empresas. Quanto mais aplicações, serviços, agentes e integrações forem utilizados, maior será a necessidade de dados confiáveis sobre ativos, usuários, serviços, configurações, dependências e custos.
A gestão de ativos de TI permite controlar hardware, software, contratos e ciclos de vida. A CMDB e o CSDM estruturam informações sobre serviços, aplicações e componentes tecnológicos. O ITOM amplia a descoberta e a visibilidade operacional, enquanto a plataforma ServiceNow conecta workflows, atendimento, operações, ativos, riscos e automação.
Essa base é especialmente relevante para a adoção de IA. Modelos e agentes que operam sobre dados desatualizados, duplicados ou sem ownership podem ampliar riscos e produzir decisões inconsistentes. A maturidade em ITAM, CMDB, CSDM, segurança e governança de processos cria condições mais adequadas para aplicar IA com controle e rastreabilidade.
Como a 4MATT atua nesse cenário
A 4MATT atua na integração entre governança de ativos, dados operacionais, automação e evolução da plataforma ServiceNow. Como ServiceNow Elite Partner no Brasil e vencedora do Technology Excellence Partner Award 2024–2025, reúne mais de 180 especialistas certificados e mais de 1.780 certificações ServiceNow.
A empresa apoia grandes organizações e operações complexas em iniciativas de ITAM, CMDB, CSDM, ITSM, ITOM, integrações, serviços profissionais e governança operacional. A abordagem busca conectar dados confiáveis, arquitetura, processos e automação, reduzindo o risco de adoção tecnológica sem controle ou alinhamento com os resultados de negócio.
Perguntas frequentes sobre o mercado de software no Brasil
Qual era o tamanho do mercado brasileiro de TI em 2025? O mercado brasileiro de hardware, software e serviços movimentou US$ 67,8 bilhões em 2025, com crescimento de 18,5%.
Quanto o mercado brasileiro de software movimentou em 2025? O segmento de software alcançou US$ 21,7 bilhões, crescimento de 21,4% em relação à base de 2024 apresentada no estudo.
Qual era a posição do Brasil no ranking mundial de TI? O Brasil permaneceu na 10ª posição entre os maiores mercados mundiais de Tecnologia da Informação em 2025.
Qual era a posição do Brasil no mercado mundial de software e serviços? O país alcançou a 10ª posição, com aproximadamente US$ 35 bilhões e participação de 1,5% no mercado mundial.
Qual era a participação brasileira no mercado latino-americano de TI? O Brasil respondeu por 38,4% dos investimentos em TI realizados na América Latina em 2025.
Quanto o Brasil deve investir em inteligência artificial em 2026? O estudo projeta aproximadamente US$ 1,9 bilhão em software e serviços de IA, com crescimento anual de 36,1%.
Qual é a principal iniciativa de negócio relacionada à tecnologia em 2026? Automação de processos lidera as iniciativas de negócio, citada por 41% das organizações brasileiras pesquisadas.
Qual é o principal requisito para escalar IA nas empresas? O estudo mostra que dados confiáveis, parceiros tecnológicos estratégicos e apoio da diretoria são aceleradores centrais. Governança, segurança, arquitetura e gestão da mudança também são necessárias para sustentar a adoção.
Quantas empresas já investem em agentes de IA? Segundo o estudo, 40% das empresas já realizam investimentos em agentes de IA e 33% possuem planos de investir nos próximos 12 meses.
Como ITAM e CMDB apoiam projetos de IA? ITAM e CMDB fornecem dados sobre ativos, aplicações, configurações, serviços e relacionamentos. Essa base melhora o contexto utilizado por automações e agentes, além de apoiar segurança, rastreabilidade e governança.
Perspectivas para 2026
O Estudo Mercado Brasileiro de Software 2026 mostra um setor que continua crescendo, mas entra em uma fase mais exigente. Inteligência artificial, agentes, cloud e automação ampliam as possibilidades de produtividade e inovação, enquanto aumentam a necessidade de dados confiáveis, segurança, arquitetura e governança.
Para as empresas brasileiras, a principal questão deixa de ser apenas quais tecnologias adotar. O desafio passa a ser como integrá-las aos processos, mensurar resultados, controlar riscos e construir uma base operacional capaz de sustentar a transformação em escala.