4Matt Tecnologia

5 erros que você não pode cometer no processo de Governança de TI da sua empresa

Quando uma empresa comete descuidos na sua governança de TI, os prejuízos são inevitáveis. Não raro os danos à reputação da empresa acabam sendo irreversíveis. Quer evitar esse cenário?

A seguir, vamos apontar 5 erros que você não pode cometer no processo de governança de TI da sua empresa.

Vale lembrar que a grande maioria das falhas cometidas nesta área é de caráter não intencional. Para piorar, os acidentes só vão ser percebidos quando a repercussão negativa começar. É muito comum também que os problemas sejam gerados por falta de organização e de planejamento.

Em consequência, situações como a exposição de dados sigilosos podem ocorrer. Como você pôde notar, os reflexos de uma governança ineficaz são graves. Apesar de tudo, não é difícil evitar a maioria destes problemas. Conheça a seguir, os erros mais comuns e saiba como se precaver.

5 erros que você não pode cometer no processo de governança de TI da sua empresa

1. Uso incorreto de dispositivos

É inevitável que uma empresa adote dispositivos para lidar com suas tarefas cotidianas. Esse equipamento pode ser da própria empresa ou dos colaboradores. Muitas empresas, afinal, têm adotado a prática do Bring Your Own Device, ou Traga o seu Próprio Dispositivo.

Acontece que em ambos os casos existem riscos a serem evitados. Por um lado, os equipamentos particulares não podem usar recursos corporativos sem que exista um controle rígido de acesso. Sem níveis de permissão, por exemplo, dados sensíveis tendem a ficar expostos.

Na outra ponta, de nada adianta acesso exclusivo para os dispositivos internos, se não houver um bom monitoramento. Em muitas empresas, os usuários não encontram qualquer barreira hierárquica aos recursos corporativos. Obviamente, não é seguro que qualquer um acesse os bancos de dados e servidores da empresa.

2. Usuários despreparados para seguir normas de segurança

Talvez, o problema mais frequente de todos seja a falta de capacitação dos usuários. Ao lidarem com as soluções de TI, acabam não seguindo normas básicas de segurança, comprometendo todo o setor. A consultoria Gartner aponta, inclusive, que 95% dos incidentes na área têm essa origem.

Utilização desordenada de recursos e falta de políticas de segurança

3. Sistemas e aplicativos adotados sem critério

Entre os erros que você não pode cometer no processo de governança de TI da sua empresa está o uso de softwares e dispositivos. Ao adotar sistemas e aplicativos sem critério, o sigilo de dados da sua organização pode estar sendo prejudicado.

4. Ausência de uma política de segurança

Talvez, a falha mais grave ao lidar com a governança de TI seja não estabelecer e divulgar uma política de segurança. É preciso orientar todos os colaboradores, para evitar o quadro descrito no tópico 2. Por isso, lembre-se de definir explicitamente quais as responsabilidades, procedimentos e punições envolvidas.

Permitir que ocorram exceções às regras de segurança para ativos de TI

5. Permitir exceções às práticas de governança estabelecidas

Um conjunto de regras de segurança para TI só é eficaz na medida em que é respeitado pelos usuários. É por este motivo que não pode haver exceções. A política de segurança deve ser seguida à risca, independentemente do nível hierárquico do usuário.

Esses são os principais erros que você não pode cometer no processo de governança de TI da sua empresa. Quer mais dicas para proteger os ativos tecnológicos do seu negócio? Então, confira o artigo que fizemos sobre as 5 principais ameaças virtuais que a sua empresa precisa estar atenta.

Posts Relacionados

6 Práticas para Garantir a Segurança com ITAM

A Gestão de Ativos de Tecnologia da Informação (ITAM) é um conjunto de práticas comerciais que une as funções financeiras, de inventário, contratuais e de risco para gerenciar o ciclo de vida dos ativos de TI e tomar decisões estratégicas para a empresa. O ITAM é crucial para qualquer organização,

Leia mais »

Desvendando o CMDB: Guia Completo de Perguntas Frequentes

Neste artigo, exploraremos o mundo do CMDB (Banco de Dados de Gerenciamento de Configuração), respondendo às perguntas mais comuns sobre este importante aspecto da gestão de TI. Do significado básico às melhores práticas e sua implementação, vamos mergulhar nas questões essenciais relacionadas ao CMDB. 1. CMDB significa? CMDB é a

Leia mais »

CSDM e ServiceNow: Otimize o Gerenciamento de Serviços!

O Common Service Data Model (CSDM) na ServiceNow é uma estrutura padronizada que ajuda as organizações a estruturar e gerenciar seus itens de configuração (CIs), CMDB (Configuration Management Database) e serviços dentro da plataforma ServiceNow. Ele fornece uma maneira consistente de definir e relacionar diferentes aspectos de serviços de TI

Leia mais »